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Música: Pedro Teixeira Silva e os tempos de “Paganini”

 
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Música: Pedro Teixeira Silva e os tempos de “Paganini”

Os acordes de uma vida e muito mais

Pedro Teixeira Silva ou (PTS) é um amante da vida como ele próprio se caracteriza e positivo. Trabalhador que luta pelos seus ideais e crenças. Solitário, mas em prol da sua música.

Vem de uma família de músicos e claro a sua paixão pela música surge. Com uma formação musical no estrangeiro, por na altura achar ser o melhor para quem quisesse atingir a disciplina, o rigor e valorização.

Pedro Teixeira Silva (PTS) na música, mas também no mundo do cinema, quando surge uma oportunidade para participar no filme “Os Canibais”, de Manoel Oliveira, onde ganhou rigor, atenção ao detalhe, método e mais empenho no seu trabalho.

Compositor e violinista português Pedro Teixeira Silva mentor/fundador de projetos característicos à sua personalidade como os Corvos, banda instrumental e os Secret Lie, banda musical de rock gótico, e

Como compositor de “Primeiro Ato” que serve de inspiração para outros proeminentes artistas e não só. Um homem de grupo e não um artista solo.

“Primeiro Ato” é o nome do seu primeiro trabalho a solo, editado no dia 17 de novembro 2017. Um projeto que cruza dois universos musicais: por um lado a música clássica e por um outro lado pop/rock. De forma tradicional e não “trabalhada” e demasiado perfeita.

Em “Primeiro Ato”, o compositor conta com vários convidados, como José Cid;

A cantata “Lux Prima Spei”; “O Amanhecer da Esperança”, de Pedro Teixeira Silva, que em declarações à agência Lusa, afirmou que o processo de composição começou pela seleção dos textos, tendo escolhido poemas de dois autores brasileiros, Vinícius de Moraes (1913-1981) e Henriqueta Lisboa (1901-1985), depois a sua tradução para latim, língua em que é interpretada a cantata, e finalmente, a composição.

A tradução dos poemas para latim ficou a cargo de Pedro Falcão, latinista da Universidade Católica Portuguesa. A peça interpretada por 132 elementos, entre coralistas, músicos da Orquestra Círculo de Música de Câmara, outros músicos, e ainda pelos solistas Carmen Matos (soprano), Natália Brito (meio-soprano), João Cipriano (tenor) e Nuno Dias e Miguel Rebelo (barítonos).

Agradecimentos: Pedro Teixeira Silva

 
 

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