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Entrevista aos The Crow Ibiza

 

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É um dos rostos mais conhecidos no mundo musical internacional e nacional. Deu a cara em projetos como: Quinta do Bill, Entre Aspas, Corvos, tributo ao grupo Titãs, temas seus na banda sonora “Capitães de Areia”, atua em live act, com DJ´s destacando: Vibe, Pete Tha Zouk, Luis Leite, Nuno Flores, violinista português, esteve em digressão pelo Brasil e fala-nos do seu mais recente projeto: The Crow. Susana Galveia

Susana Galveia– Fala-nos deste projeto The Crow.

Nuno Flores– O Projecto “THE CROW” é um grupo de cordas e bateria, com sonoridades de violinos, violoncelo (duas mulheres e dois homens) e bateria a fim de descobrir um potencial artístico da música electro – acústica. Tocamos versões de bandas emblemáticas internacionais e nacionais, de Xutos & Pontapés a Metallica, são alguns dos exemplos. Quem já teve a oportunidade de assistir aos nossos concertos, verificará um espetáculo versátil e original daquilo que estamos habituados a ver. Por exemplo: em palco apresentamos um fulgor místico pelo ambiente do negro romantismo, aliando castiçais, velas e veludos em cada actuação, na estação mais quente, o cenário transforma-se e o branco impera nas vestimentas, para uma maior frescura e vivacidade tão características da sensualidade das noites de Verão.

Susana Galveia– O vosso primeiro trabalho The Crow num tributo à banda britânica Muse teve surpresas. Para quem ainda não comprou o vosso CD o que podem encontrar?

Nuno Flores– O CD contou com artistas convidados que cantaram músicas como Unintended e Time is Running Out, uma das participações foi do Zé Manel (Darko), por exemplo.

Susana Galveia–  Como tem sido a reação do público quanto aos The Crow?

Nuno Flores– Muito boa. Notamos a envolvência do público nos espetáculos. É uma boa resposta por todo o trabalho feito. Vêm ter connosco e as críticas são muito positivas.

Susana Galveia– Em digressão pelo Brasil, nota-se que é um projeto que vai apostando cada vez mais noutras culturas, noutros palcos. Existe essa necessidade?

Nuno Flores– A música é cultural. É importante levarmos um pouco do que é nosso a outros lugares. Para conhecerem o que de bom se faz em Portugal. E para nós, para mim, enquanto banda/músico é uma experiência gratificante.

Susana Galveia– O que de melhor tiras dessas digressões?

Nuno Flores– Que, quando regresso a alguns desses lugares, sou reconhecido. É a melhor prenda que se pode ter: o reconhecimento.

Susana Galveia– É isso que falta em Portugal. Reconhecer os artistas portugueses?

Nuno Flores– Quando apresentamos um projeto totalmente diferente do que já se escutou, demora a aceitá-lo. Mas aceita-o. O público português é muito crítico, mas é a ele que devemos a possibilidade de inovar. Vejo isso no feedback do público. Nas redes sociais. Haja humildade para aceitar o que o nosso público nos diz, mas não é diferente do público internacional. Temos uma responsabilidade a dobrar: mostramos um novo estilo musical e de performance e somos internacionais, não falamos a sua língua. São mais desconfiados.

Susana Galveia– Participações são várias pelos grandes palcos brasileiros, desde Carlinhos Brown a um tributo aos Titãs, participação com temas teus na banda sonora do filme “Capitães de Areia”, como geres estas gratificações?

Nuno Flores– (risos) É mais uma parte do reconhecimento do meu trabalho, conseguindo por fim, desmitificar o violino clássico, para algo mais electrizante.

Susana Galveia– Falando em algo mais electrizante, do tributo aos Muse, apresentas: The Crow Ibiza.

Nuno Flores– Sim, é verdade. Um projeto diferente em que quis sobretudo, apostar no estilo dancefloor, temas fortes e destinados ao verão.

Susana Galveia– Concertos dos The Crow para quando?

Nuno Flores– Estaremos na ilha da Madeira, em Viana do Castelo, no Centro Cultural Malaposta e iremos em digressão de novo.

Susana Galveia – The Crow estão para ficar e brindam-nos com o seu espírito. O que queres dizer a quem te acompanha, aos teus fãs?

Nuno Flores – Sejam otimistas. Apreciem o que temos de bom e dêem hipótese aos novos sons. E obrigado pela confiança e apoio. Os The Crow agradecem.


 
 

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