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Festival Marés Vivas, dia 3: "Chuva de Sábado nunca se acaba" A reportagem do terceiro dia do festival
 
2011-07-17 06:07 inserido por Sara Novais

Abriu com chave de ouro (leia-se Manu Chao), mas não fechou de igual forma a edição 2011 do festival Marés Vivas, com chuva miudinha e persistente a tomar conta do terceiro e último dia do evento nortenho. E chuva não combina, definitivamente, com festivais de verão.

Nem chuva nem os Tindersticks. Num dia que contava com Aurea, Cranberries e Mika no cartaz, era – arriscamos dizer – totalmente imprescindível a presença da banda de Stuart Staples no alinhamento. Poupavam-se uns trocos na requisição do grupo britânico, que poderiam ter-se revelado bem úteis na criação de mais espaços cobertos (a tenda que acolhia o palco secundário era, naturalmente, insuficiente para albergar cerca de 22 mil pessoas molhadas). Sim, porque, em questões que ao S. Pedro dizem respeito, nada se pode dar como adquirido. Será que os senhores da PEV Entertainment nunca ouviram dizer que mais vale prevenir do que remediar?

Mas deixemos as questões logísticas de parte e regressemos ao concerto dos Tindersticks. Deduzir, destas palavras, que foi mau, é um erro. Como poderia ter sido? Com mais 20 anos de carreira, Stuart Staples e companhia já têm a lição bem estudada. Preferimos dizer que foi desajustado: desajustado às expectativas dos festivaleiros, que procuram, nestas iniciativas, usar e abusar da dança, dos saltos, dos encontrões, da euforia das músicas orelhudas. E das hormonas e do álcool, como não poderia deixar de ser.

 

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