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Festival Marés Vivas, dia 2: "Repetição, mãe da habilidade" A reportagem do segundo dia do festival
 
2011-07-16 08:20 inserido por Sara Novais

Foi um dia sem surpresas, o segundo do festival Marés Vivas. Também não era para menos: Moby e Skunk Anansie, cabeças de cartaz do segundo take da edição 2011 do “maior festival do Norte” (perdão, Paredes de Coura), ainda há pouco tinham brindado o vizinho Porto (que continuam, curiosamente, a evocar repetidamente durante as atuações… em Gaia) com o ar da sua graça: o primeiro transformou, em Setembro de 2009, uma pequena parcela do Parque da Cidade numa vistosa pista de dança ao ar livre; os segundos passaram, já este ano, pelo Coliseu da Invicta, sob o pretexto de apresentarem “Wonderlustre”, o mais recente trabalho discográfico do grupo.

A abrir o palco principal estiveram os Expensive Soul, portuenses de gema – também eles presença assídua nos palcos deste distrito e com um (especialíssimo) concerto na Casa da Música, decorrido em Janeiro, ainda fresco q.b. na memória de muitos.

Novidade não foi, portanto, a palavra de ordem desta sexta-feira 15, no Cabedelo. O que não significa que eficácia não tenha sido. Todos os projetos que pisaram o palco principal deste certame à beira rio plantado fizeram jus às expectativas dos 20 mil festivaleiros presentes, com atuações convincentes, empáticas, vigorosas.

 

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