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Cristina Branco @ Teatro São Luiz: Quem disse que o Fado não pode ser sexy? A reportagem do concerto
 
2011-04-01 12:35 inserido por Sara Novais

Para quem tem do Fado a ideia de muita pompa, poses magnânimas, loucas lantejoulas e vestidos de fazer inveja a muito boa artista que ande a pisar passerelles hollywoodescas, Cristina Branco não será certamente a primeira imagem que surgirá quando a conversa cair para esse lado musical. Aqui reina uma sensualidade tímida, uma presença em palco com reminiscências de finais de adolescência, uma pose discreta onde respiramos um erotismo que se vai revelando à medida que o tempo avança.

Ontem à noite, o São Luiz assistiu a um espectáculo que, ultrapassando as fronteiras do reino do Fado, chegou a territórios como o Tango, músicas do mundo ou a música Pop.

Em “Quando julgas que me amas”, música imaginada para ser tocada por uma banda de corpo inteiro, assistimos a uma versão preenchida apenas com a alma pianística de Mário Laginha e a voz de Cristina Branco, aqui revelada em todo o seu esplendor.

“Um Amor”, poema de Maria João e instrumentado por Mário Laginha, vê Cristina Branco sussurrar-nos em castelhano, como que mostrando que poderia cantar numa qualquer língua ou dialecto do planeta sem perder o jeito para nos lançar um feitiço.

 

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