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Agir em entrevista: "Tenho que saber para onde é que quero ir, sem esquecer de onde venho" Estivemos à conversa com Bernardo Costa
 
2015-04-22 12:39 inserido por Sara Novais

“Leva-me a sério”, título e mote para o mais recente trabalho de Agir, surge agora, ao fim de 15 anos de carreira de Bernardo Costa no mundo da música. Marisa Liz, dos Amor Electro, Ivan Lins, Blaya e Regula, entre outros, são alguns dos convidados que participam no registo, apresentado na edição 2015 da Nova Era Melhores do Ano, evento que proporcionou a nossa conversa com o músico, que partilhou com o Palco Principal um pouco das suas raizes musicais,um pouco do processo de criação deste novo disco e algumas ideias sobre o que acredita ser o presente da indústria musical.


Palco Principal - Enquanto músico, já abraçaste vários estilos musicais, como o R&B, o Hip-Hop, e até músicas a fugir para baladas… Com que estilo te identificas mais? Existe algum que te seja mais verdadeiro, onde te sentes mais confortável?

Agir - Eu comecei a fazer música, sei lá, com 13, 14 anos, por aí. E obviamente que ninguém com 13, 14 anos sabe o que é que quer. Faz o que lhe é natural! Eu acho que só desde há dois anos para cá – quando saiu a mixtape “#agiriscoming” – é que eu senti: 'é isto!' E isto resume-se a umas baladas, e tudo o resto é meio Hip-Hop, soul, R&B. As pessoas têm medo desta palavra, mas eu acho que aquilo é Pop. O Pop, hoje em dia, é que é diferente. Tens um Bruno Mars, por exemplo, que tanto faz um som mais eletrónico, uma balada ao piano, como uma cena mais funk. Mas tem sempre aquela vertente Pop, R&B… Percebes? 

 

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