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Mas Bang Bang Romance é mais que uma mera banda. 
É uma mescla de cinco personagens distintas mas com muitos pontos de contacto e afinidades - Carmona na voz e guitarra; Alexandre no contrabaixo, baixo e guitarra; Trix Beta na viola, bandolim e voz secundária , Eddys na bateria e percussão e António Martins (Violino).
Sente-se no ar, a cada canção, a cada minuto, laivos de rock n’ roll, de pop, de alternativo, de indie, de bacoco, de barroco, de popular, de tosco, sempre com alma de vaudeville. 
E o resultado é uma aventura musical ora rápida, ora lenta, ora melodramática, ora romântica, ora macabra, ora suave, ora dantesca. Uma viagem por vários territórios: ruelas escuras e retorcidas, histórias épico-trágico-frágeis, protagonistas duvidosos, tascas fumarentas e convidativas até ao deserto escaldante e impiedoso. 
É poesia negra, romântica, boémia, maldita, revolucionária, intempestiva, crítica, jocosa, obsessiva, obstinada e actual. Poesia que vive de música e com ela sobrevive, oscilando entre o preto e branco e explosões de cor, consoante os casos, tema a tema. Ora em inglês, ora em português. Ora misturando os dois. ...assim nos apresentamos
Mas Bang Bang Romance é mais que uma mera banda.
É uma mescla de cinco personagens distintas mas com muitos pontos de contacto e afinidades - Carmona na voz e guitarra; Alexandre no contrabaixo, baixo e guitarra; Trix Beta na viola, bandolim e voz secundária , Eddys na bateria e percussão e António Martins (Violino).
Sente-se no ar, a cada canção, a cada minuto, laivos de rock n’ roll, de pop, de alternativo, de indie, de bacoco, de barroco, de popular, de tosco, sempre com alma de vaudeville.
E o resultado é uma aventura musical ora rápida, ora lenta, ora melodramática, ora romântica, ora macabra, ora suave, ora dantesca. Uma viagem por vários territórios: ruelas escuras e retorcidas, histórias épico-trágico-frágeis, protagonistas duvidosos, tascas fumarentas e convidativas até ao deserto escaldante e impiedoso.
É poesia negra, romântica, boémia, maldita, revolucionária, intempestiva, crítica, jocosa, obsessiva, obstinada e actual. Poesia que vive de música e com ela sobrevive, oscilando entre o preto e branco e explosões de cor, consoante os casos, tema a tema. Ora em inglês, ora em português. Ora misturando os dois. ...assim nos apresentamos
 
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